Preparaçäo prévia à caminhada
Um dia antes do tour, os passageiros tem um “briefing”, onde receber a informaçäo e recomendações necessárias para o seu atravessamento,acerca dos seguintes aspectos: horários da caminhada, acampamentos, regulações do parque ecológico Machu Picchu (é uma Reserva Natural Protegida pelo Estado), equipe, material básico necessário para o viajante, fundamentalmente roupa, assim como os aspectos da alimentaçäo, da segurança, estojo de primeiros socorros, carregadores, deslocaçäo e informaçäo turistica.
Trajeto Ollantaytambo Chilca-Piscacucho
Muito cedo (04:30-05:00 horas), os passageiros seräo deslocados em ônibus do seus hotéis para Piskacucho no Chilca, passando o Vale Sagrado dos Incas e as cidades de Urubamba e Ollantaytambo. Opcional café da manhä em Urubamba.
Início da Caminhada
No Qm. 82 da via férrea (Piscacucho) o grupo arrumar a sua bagagem e junto com o guia e carregadores começar a caminhada, passando pelo ponte do Rio Urubamba, onde realmente começa o
Caminho Inca para Machu Picchu.
Patallaqta, “Povo das Alturas”
Compleixo arqueologico colocado aos pés de uma montanha na borda esquerda do rio Cusichaca, afluente do Rio Urubamba. Este lugar tem uma grande quantidade de terraços que provavelmente serveram para alimentar outras cidades e “Tambos”(armazéns) do
Caminho Inca.Este setor urbano tem mais de cem estruturas. Além, possui um altar Inca chamado “Pulpituyoc”.
Guayllabamba, “Pradaria Verde”
Pequeno povo colocado na vertente de uma montanha e rodeada de campos de sementeira de milho, batata, etc.
Em dias ensolarados, se pode ver a neve cobrendo a cume da Cordilheira do Urubamba (Verónica). Muitos grupos acampar neste povo a primeira noite, porque se dispôr de banho público e há abundante água.
Numa zona próxima, chamada Patawasi, existir bancadas incaicas e algumas construções antigas.
Angra de Waemiwañusca, “Onde Morrer a Mulher”
Este é o ponto mais alto do
Caminho Inca. A caminhada é dura e entediante pela constante subida pronunciada até a Angra. No caminho se ver a alteraçäo no meio natural, que ir da temperatura temperada dos vales até os pastos frios da puna.
Neste lugar se semear o “ichu”, que se encontrar nas zonas altas. Antes da angra há um acampamento chamado “Llullupampa”, que se encontra num pequeno vale rodeado por dois pequenos rios de águas cristalinas. Há um banho público, também um lugar onde muitos excursionistas descansar antes da última caminhada para chegar ao Passo de Warmiwañusca.
No passo faz frio e muito vento. É recomendável näo parar no caminho ao fim de evitar “soroche”ou mal de altura. A partir da angra comença um descanso que faz muito mais descansada a caminhada.
Runkuraqay, “Prédio Oval”
É um “Tambo Inca” da forma oval, com vista ao vale de Pacaymayu (rio escondido). Caminho à zona inaca está o acampamento de Pacaymayu, ao fundo do vale, onde há abundante água, banho público e uma pequena catarata. Este lugar proprio para descansar e almoçar.
Logo do descanso, e até o passo Runkuraqay, o caminho é em subida, passando lagoas gêmeas de Yanacocha (Lago Preto). Aqui também se acostumar a acampar.
Sayaqmarka, “Povo Dominante”
É uma interessante ruína inca, colocada numa montanha falésia, com uma vista panorámica do Vale de Acobamba e da cume do Pamasillo coberta de neve.
Este construçäo está composta por um labirinto de passagens muito estreitos, alguns com saídas outros näo. O único caminho de acesso à edificaçäo é por uma empinada mas sólida bancada de pedra na vertente da montanha. O abismo de um lado está coberto de plantas exóticas, como orquídeas e liquens.
Todo o ambiênte é algo para lembrar sempre.
Durante a caminhada passamos por Conchamarka, um pequeno Compleixo Arquelogico recentemente descoberto e o acampamento de Chakicocha, que é um espaçoso lugar plano que dispôr de água e banho público.
Logo, o caminho é de novo subida, e onde vomos encontrar o primeiro túnel do caminho, que tem 20 metros de comprimento e em declive, com bancadas talhadas na mesma rocha. Se seguir ascendendo até chegar à terceira e última angra do caminho, o Passo de Phuyupatamarca.
Phuyupatamarca, “Povo sobre as Nuvens”
É, sem dúvida, uma das cidadelas mais originaias do
Caminho Inca. Quase sempre está nublado no seus redores pelo Bosque de Nuvens.
Está colocado à borda de uma quebrada que olhar ao Vale do Urubamba.
Este povo se caracterizar pela quantidade de terraços e suas fontes cerimoniais com água fresca.
Na parte superior há uma praça desde onde se pode ver, em dias asolarados, a bela paisagem do vale do Urubamba, assim como os nevados dos redores.
Na parte inferior existir constuções circulares que ao parecer seguir a forma geografica do terreno.
Perto do Passo de Phuyupatamarca o caminho se precipitar em forma descendente, baixando por bancadas maciças na forma de caracol e passando por um segundo túnel. Logo, o caminho passar por cornijas relativamente planas seguindo o percurso do rio Urubamba, até chegar a Wiñay Wayna.
Wiñay Wayna, “Por sempre Jovem”
Assim é chamado pelas orquídeas típicas que desenhar o lugar com seus cores vermelho, amarelo e violeta ao longo do todo o ano. Esta é possivelmente a cidade mais atrativa do
Caminho Inca e o último centro urbano antes de Machu Picchu. O lugar foi feito na empinada vertente da montanha sobre a borda esquerda do Rio Urubamba.
Tem quatro setores principais: O setor urbano, que se encontra na parte inferior com mais de 20 edificações, O setor das Fontes Rituais, o setor dos terraços para semear e o setor da Torre. Este edifçio tem a mais fina arquitetura do compleixo, pelo que se supôr foi um lugar religioso ou da realeza.
Deixamos Wiñay Wayna muito cedo na manhä, 04:15 am, para chegar a Intipunku ou Porta de Sol, para ver o amanhecer sobre a cidadela de Machu Picchu. Neste ponto o viajante pode ver atônito a majestosidade e grandeza de Machu Picchu, a Cidade sagrada dos Incas, baixo os primeiros raios de sol da aurora..
Machu Picchu
Machu Picchu é a cidade inca, há quens afirmar que é a fortaleza, mais hermosa, melhor conservada e mundialmente famosa. Foi descoberta pelo historiador americano Hiram Bingham o 24 de julho do 1,911. A cidade estiver perdida durante séculos, já que se encontrava coberta de vegetaçäo, típica dos Andes do Sul do Perú.
A cidade está dividida em três grandes áreas, urbana, agricola e as zonas juntas. No setor urbano há , entre ouitros, as seguintes zonas arqueologicas. A Porta da Cidade, o Templo do Sol, a Tumba Real, as Fontes Cerimoniais, o Palácio Real, o Templo das Três Janelas, o Templo Principal, o Intiwatana, a Praça Maior, a Pedra Sagrada, o Quarto Industrial e as Prisões.
O setor agricolo incluir o Cemitério e a Rocha Funerária. Finalmente, as áreas juntas säo: o Intipunku, o Templo da Lua, Wayna Picchu e o Ponte Levadiça.
Machu Picchu e as ciadelas ao longo
Caminho Inca foram feitas fundamentalmente com propósitos religiosos. Os Incas renderam culto ao Sol, à Lua, às Estrelas, às Montanhas e à Pachamama.
Assim, viajar por este caminho sagrado, tanto ontem como hoje, é uma peregrinagem para a religiosidade do Inca.